terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Baile dos Artistas 2011 - Galeria de Fotos



















Baile dos Artistas abre oficialmente o carnaval de Pernambuco








Até mesmo os mais desavisados que passaram em frente ao Clube Português, no Recife, na noite da última sexta-feira, e viram aquela muvuca formada pela “gaylera” (leia-se também: travestis, drag queens, transexuais e muitos gogo boys), não tinham como não saber que era mais uma edição do Baile dos Artistas, tradicional prévia carnavalesca que abre oficialmente a folia de momo, em Pernambuco.

Ao adentrar os portões do clube, o público dava de cara com a turma do Pânico na TV (Rede TV!), que pelo terceiro ano consecutivo, veio cobrir o famoso baile, marcado pela irreverência e alegria da turma LGBT. Há quem diga que o Baile dos Artistas é o Gala Gay de Pernambuco, fazendo uma clara comparação com o também famoso baile de carnaval do Rio de Janeiro.

O repórter Vesgo e Bola tiraram a maior “greia” com as “joinhas” de Recife, numa fechação só. As imagens foram ao ar no programa de domingo (20.02).Quem perdeu, pode assistir a reprise na próxima sexta-feira, ou, claro, procurar no youtube. Garanto que é de se estourar de rir.

Alçada ao posto de rainha do baile deste ano, a cantora Gretchen, a eterna musa do rebolado, recebeu a faixa e a coroa das mãos do ator pernambucano Irandhir Santos, sucesso na telona em Tropa de Elite 2. “Estou muito emocionada com esse título, que para mim, é mais importante que o título de rainha do rebolado”, disparou Gretchen. Mas olha que “linha”, a dela, hein? (Risos). A mesma estava numa discrição só. Quem imaginou vê-la de shortinho e top ao som de "Conga" e "Melô do Piri Piri", ficou passado, porque ela estava super composta num lindo longo e de mangas compridas!

E o rei da noite? Ariano Suassuna foi coroado pela talentosa atriz pernambucana Hermila Guedes, mas negou-se a ficar com a coroa na cabeça. Alegando o peso, preferiu segurar a peça. A ‘cena mico’ aconteceu quando Elke Maravilha (apresentadora da festa) tirou onda com Ariano, pedindo um selinho, que foi negado de imediato. Querendo se sobressair, ela soltou uma peróla: “Tira o meu último cabaço, vai?”, em referência a sua fantasia, que incluía uma cabeça cheia de cabaças. Ariano: nem tchum para ela. Na boa, acho que a imagem do mestre não corresponde muito com o glamour do Baile dos Artistas. Ele é muito sisudo. Desculpe-me os organizadores da festa...

A folia começou mesmo às 23:40, com uma orquestra de frevo. Em seguida, Almir Rouche comandou a festa. Teve até uma couver de Lady Gaga, que eu achei um “nada a ver”, com a proposta da festa. Só pode ter sido ideia de Maria do Céu, promoter da boate GLS Metrópole, uma das organizadoras do Baile. A mesma estava numa linda e ousada fantasia de Mulher Maravilha, com as peitcholas praticamente de fora. Coisas de Maria do Sky...

Tudo correu tranquilamente em termos de animação do público. Mas, o ponto alto de tudo foi mesmo a grande atração da noite: a banda baiana “É O Tchan”, que antes de começar a apresentação, levou umas vaias da gaylera, devido à demora, pois o relógio já marcava quase 3 horas da manhã. Ao som de “Paquerei, Paquerou”, o grupo iniciou a apresentação, levando todas as bees do clube a literalmente tirarem o pé do chão. O bacana foi ver todo mundo, até os mais enrustidinhos, dançarem as coreografias da banda, que fez muito sucesso nos anos 1990. Eu mesmo, me acabei de dançar (Risos). O show terminou às 5 horas, com a “Dança do Põe Põe”. Quem lembra dessa música? Uma verdadeira viagem no tempo.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Baile dos Artistas é marcado pela alegria dos gays





Nesta sexta-feira (18), o Clube Português, no Recife, sediará a 33ª edição do Baile dos Artistas, uma das mais tradicionais prévias do carnaval de Pernambuco. Com o tema “O Carnaval de Todas as Tribos”, o baile terá como rei, o escritor Ariano Suassuna e a cantora Gretchen. A programação da noite mistura o axé da Bahia, com o É o Tchan, o samba do Patusco, a suingueira da Banda Vai D3, e, claro, muito frevo, com Almir Rouche e Orquestra de Frevo.

O Baile dos Artistas é marcado pela irreverência e alegria do público, em sua maioria, gays, lésbicas, travestis e transexuais, que desfilam fantasias para lá de caprichadas. O evento será apresentado por Elke Maravilha e a produção geral, é by Maria do Ceú, proprietária da Boate Metróple, a maior casa GLS do Norte / Nordeste. A noite promete!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Revista ClassCasa - melhor publicação direcionada ao mercado A/B de Pernambuco



Criada, em Recife, em 2006, a Revista ClassCasa tem o compromisso de valorizar o mercado pernambucano de arquitetura, decoração, arte e design, oferecendo ao público leitor, a possibilidade de encontrar na publicação o que procura para sua casa ou empresa e um amplo conhecimento da cultura regional.

Nas páginas da revista, os leitores poderão encontrar projetos de arquitetos pernambucanos e do mundo, lançamentos de produtos, objetos e mobiliário, design, novidades, eventos, lojas e showrooms, mercado imobiliário, obras da paisagem urbana, mostras e exposições, arte e cultura, web, literatura e gente que faz sucesso no segmento de arquitetura e decoração.

Através da qualidade gráfica e editorial, que são a marca da revista, ela se torna mais expressiva, oferecendo aos anunciantes uma maior possibilidade de exposição das suas marcas. Em 2010, a revista inovou lançando um caderno especial de estilo, o Class & Style, que traz editoriais e matérias sobre o design de forma ampla e o mercado de luxo, e os mais variados segmentos desse universo.

Um caderno totalmente dedicado à Hotelaria e Turismo também foi lançado em 2010, o ClassViagem, com os melhores destinos e hospedagens do planeta. Com estes dois cadernos especiais, a ClassCasa se consolida como a melhor publicação direcionada ao mercado A/B de Pernambuco. Os novos cadernos consolidaram a publicação, atendendo a expectativa de anunciantes e leitores.

Com 4.000 exemplares por edição, a revista tem a sua distribuição realizada para um mailling influente de empresários, formadores de opinião, arquitetos e decoradores, lojas do segmento classe A, hoteis, clínicas, salões de beleza, restaurantes, entre outros locais. A revista também é vendida na Livraria Cultura de todo o País, ao preço de R$ 9,90.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Carnaval do Recife é democrático e popular






O Carnaval do Recife está ainda mais popular e democrático. Na noite de abertura, na sexta-feira (4), haverá uma apresentação com as grandes vozes femininas brasileiras. Com direção assinada pelo cantor e compositor Lenine, o espetáculo “Sob o mesmo céu - Mulheres do Brasil” traz ao palco Maria Gadú, Fernanda Takai, Elba Ramalho, Zélia Duncan, Marina Lima, Roberta Sá, Céu, Mariana Aydar, Karina Buhr, Nena Queiroga e Isaar, com repertório de músicas carnavalescas e de suas respectivas carreiras.

Outra novidade da noite de abertura é que o tradicional encontro regido por Naná Vasconcelos, além de 500 batuqueiros de maracatus, este ano tem duas inovações: a participação de afoxés, caboclinhos e da corte de maracatu trazendo para a festa mais cores e ritmos.

Na série de encontros especiais, um dos homenageados do Carnaval 2011, o Maestro Duda levará o som de sua orquestra com a participação especial dos renomados músicos Hermeto Pascoal, Carlos Malta e Yamandú Costa. Além disso, ainda dentro da programação do Marco Zero, a festa mais democrática do País proporciona aos foliões encontros com expoentes da música como Otto, Lirinha, Lenine, Vanessa da Mata, Marcelo D2, Nação Zumbi, Mart´nália, Jorge Aragão, Antônio Carlos Nóbrega e Orquestra Popular da Bomba do Hemetério e Orquestra Popular do Recife.

Os artistas pernambucanos também têm seu espaço garantido: Gustavo Travassos, Afoxé Oyá Alaxé, Getúlio Cavalcanti, Ed Carlos, Coco de Umbigada, Tiger, Volver, Ska Maria Pastora, Almir Rouche, Banda Eddie, Cascabulho, Zé Brown, Coco Bongar e Cristina Amaral presenteiam o público com uma grande mistura de sons e tendências.

Na apoteose do Carnaval, no Marco Zero, na terça-feira (8), quem abre a noite é a SpokFrevo Orquestra, que contará com passistas no palco. Em seguida, Elba Ramalho e Alceu Valença preparam o folião para a apoteose do frevo com a grande Orquestra Multicultural do Recife sob a regência do maestro Spok, e dos maestros Ademir Araújo, Clóvis Pereira, Duda, Edson Rodrigues, Zé Menezes, Nunes, Forró, Fábio César, Lurdinha Nóbrega e Carmen Lúcia.

Pólos - Mantendo a tradição, o Carnaval Multicultural do Recife se espalha por toda a cidade. São 17 polos oficiais, sendo oito no Centro - Recife Multicultural, Tradições, Mangue, Todos os Frevos, Afro, Fantasias, Todos os Ritmos, e Agremiações - e nove em comunidades das seis RPAs da cidade: Brasília Teimosa, Chão de Estrelas, Casa Amarela, Nova Descoberta, Alto José do Pinho, Jardim São Paulo, Ibura e Bomba do Hemetério.

Sucesso em números – Em 2010, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis – ABIH, o Recife teve um fluxo global de 706 mil visitantes, gerando uma movimentação financeira de R$ 415 milhões (fonte: Trade Turístico). Durante os 12 dias de festa, cerca de 255 mil pessoas circularam pela Central do Carnaval, segundo a Abrasel. Tais números são resultados do esforço coletivo da equipe de profissionais da PCR, que trabalham para que o público tenha acesso à grande diversidade de shows com ótima infraestrutura, serviços e segurança.

Outros números da folia:

- 340 atrações em palcos
- 390 shows
- 800 apresentações agremiações em Polos do centro e descentralizados
- 500 batuqueiros de maracatu, 100 caboclinhos, 10 cortes de maracatus e 50 passistas, na abertura do Carnaval
- 8 Polos do centro
- 9 Polos descentralizados
- 43 Polos comunitários
- 5 corredores da folia descentralizados
- Expectativa de público de 220 mil pessoas por dia no Bairro do Recife

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Conheça o estilista Romildo Nascimento











Bom, sei que a última edição do Moda Recife já passou há um tempinho (novembro de 2010), mesmo assim, resolvi postar sobre um estilista que conheci no evento: Romildo Nascimento. É bem verdade que só assisti aos desfiles do segundo dia, e dos trabalhos que conferi (todos lindos, por sinal), o que mais me chamou a atenção foi o do Romildo. Fiquei surpreso, quando soube que ele é pernambucano, mas não reside aqui. Também fiquei encantado com os looks criados por ele. Bateu aquela vontade de comprar todos (risos). Curioso que sou, logo pensei: onde será que posso encontrar aqui, no Recife, a grife Romildo Nascimento?

Quando acabaram os desfiles, corri para falar com ele. Parabenizei-o pelo trabalho e, lógico, perguntei como fazer para adquirir as roupitchas. Romildo mora em Ceilândia (cidade satélite de Brasília-DF), sua produção ainda é em pequena escala e o mesmo só atende sob encomenda. Muito simpático, deixou que eu fizesse esta foto que posto e até me deu seu telefone. Quem sabe quando eu for a Brasília, não vá conhecer seu ateliê?

Assim que cheguei em casa, fui logo pesquisar sobre o estilista e descobri que ele tem uma linda história de vida e de encontro com a sua vocação no mundo da moda. Encontrei uma entrevista que o jornalista Phelipe Rodrigues fez com ele, para o Diario de Pernambuco, em setembro de 2010 (leia abaixo). Para quem ainda nunca ouviu falar, conheça, agora, Romildo Nascimento, estilista pernambucano que vem conquistando muitas socialites do centro-oeste brasileiro.


Entrevista // Caso de amor entre Japão e Pernambuco

Romildo Nascimento nasceu no Sítio Pedra Miúda, zona rural de Gravatá, Agreste de Pernambuco, em 1982. Kenzo Takada veio ao mundo no Japão, na antiga cidade feudal de Himeji, ilha de Honshu, em 1939. Os dois estilistas se encontraram, semana passada, em Brasília, onde Romildo mora desde a adolescência. O criador nipônico veio ao Brasil para uma visita organizada pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT). "Sem nenhum objetivo específico. Quero encontrar algo que me surpreenda", comentava Kenzo, com sorriso de gueixa. Foi o que aconteceu quando viu uma camisa construída em técnica de alfaiataria com detalhes de renda renascença assinada pelo pernambucano.

A história inteira de bastidores parece roteiro do reality fashion Project Runway (exibido no Brasil pelo canal LIV, da Sky). Kenzo, conhecido pelas estampas florais e perfumes, chegaria em Brasília para um evento com os estilistas da semana de moda local, o Capital Fashion Fashion Week. "Precisava fazer um desfile pequeno. Mas ainda não tinha o material", recorda. "A renda renascença da Macariu's, que fica em Pesqueira, para a camisa chegou um dia antes do evento. Era, na verdade, um caminho de mesa. Tive apenas 12 horas para criar tudo", completa Romildo.

Ainda bem, ninguém desconfiou de nada. Kenzo olhou a peça de todos os lados. "Adorou e quis comprar". "Aos 71 anos, mantém o corpo em forma com muito exercício e pouca comida. Foi o que a tradutora me revelou", conta Romildo, impressionado. "Ele ficou tão atordoado com o presente que me deu uma nota de 100 euros", revela, rindo. Na entrevista a seguir, ele lembra que largou o emprego em farmácia para se dedicar à moda, sonha com um desfile no Recife e cita algumas de suas fadas-madrinhas.

"Além de articulado, sou sortudo"

Romildo Nascimento morou no Sítio Pedra Miúda, a 13 km de Gravatá, até os 14 anos. "Fui morar com minha irmã em Ceilândia, a segunda maior cidade da capital federal, onde está a maioria dos nordestinos. Todos os irmãos se mudaram para lá. No sítio, ficaram apenas Maria das Graças e Romildo. "Meus pais, que vão colocar essa reportagem no quadro da escola onde minha mãe é merendeira", comemora. Para ler jornal, ele esperava o pai voltar da feira. "Desembrulhava as compras para acompanhar o noticiário com atraso". O jeito espontâneo conquista todo mundo. A primeira-dama de Brasília, Karina Curi Rosso, virou cliente fiel. "Márcia Lima, diretora do Capital Fashion Week, me chama de filho". Como bom leonino, Romildo tem até entourage, o grupo de amigos que serve de maquiadores, camareiros e diretores de cena em meus desfiles".

Como foi o início da tua história com moda?

Sempre gostei. Mas não tenho qualquer formação específica na área. Sou autodidata. Fui incentivado pelo professor de um curso de teatro. Pedi para desenhar o figurino de uma peça e ele me disse que eu tinha muita informação de moda. Tanto que me deixou repetir a experiência. Naquele momento, no segundo semestre de 2006, me inscrevi no concurso de novos talentos do Capital Fashion Week. Dos 72 inscritos fiquei entre os seis. No ano seguinte, a comissão julgadora teria que tirar quatro. Continuei entre os dois classificados.

Nesse momento, você decidiu trabalhar apenas com moda.
Não. Sou muito realista. Faz apenas dois anos que decidi investir toda a minha energia e reservas no ateliê, que fica na Ceilândia. Trabalho na casa emprestada por minha irmã. Mas ainda é muito difícil fazer moda em Brasília. Uma costureira, aqui, não ganha menos que R$ 1.300 de salário. Já pensei várias vezes em desistir. Mas tenho ótimos conselheiros. Um deles é o designer paulista JumNakao. Ele é consultor do Capital Fashion Week, orienta os novos talentos na construção da carreira. Estabelecemos uma relação de muita confiança.

Você parece ser bem articulado...
Sempre contei com o apoio da família, dos amigos e de algumas madrinhas. A primeira-dama, Karina Kuri Rosso, e a diretora do Capital Fashion Week fazem questão de aparecer em jornais e revistas com minhas peças. Jum Nakao já liberou o pagamento de um curso de modelagem muito caro por acreditar em mim. Sou leonino, gosto de ter muita gente por perto. Agora, consegui esse contato com Kenzo Takada. Não acreditei quando ele parou o modelo no desfile para ver a camisa de perto. Não calculava a repercussão. Acho que além de articulado, tenho sorte.

Você já tem pontos de venda no Recife?
Minha produção ainda é pequena. Cerca de 30 peças por mês. Além de atender algumas clientes, vendo para Campo Grande, no Mato Grosso, e para uma loja na Asa Sul, a parte mais chique de Brasília. Para aumentar esse volume e investir mais em produtos caros, como a renda, estou em negociação com o empresário pernambucano Antônio Macário, que fez a renascença da camisa de Kenzo. Quero muito vender e desfilar no Recife.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ana Paula Arósio fala da sua personagem em Como Esquecer


Como foi sua preparação para interpretar a personagem Júlia?
A Malu (diretora) fez bastante sugestões, passou informações, deu dicas de vários textos, livros e filmes sobre os diversos temas abordados no filme. Os ensaios foram bem intensos e proveitosos.

Teve alguém em quem se inspirou?
Não me inspirei em ninguém em específico, mas fui fazendo uma espécie de colagem emocional pra me ajudar a compor a Júlia. Ela tem reações muito mais complexas do que outros personagens que já fiz. As reações dela não são tão comuns, é um personagem especial.

Você se identificou em algum momento com a personagem?
Nós duas temos a mesma pressa pra resolver nossas questões interiores.

Qual sua opinião sobre os artistas que estão na mídia, em assumirem sua homossexualidade? Acha que interfere na carreira?
Tem gente que gosta de ser mais reservada e tem pessoas que preferem assumir. Cada um tem uma forma de tratar o assunto. A preferência sexual é absolutamente particular e deve ser respeitada em qualquer condição.

Qual sua opinião sobre o casamento gay?
Acho justo que as pessoas que se amam queiram se casar e possam ter o direito de oficializar essa união.


Fonte: Revista Via G